Exitus Project Panel Disruptivo (EPPD) um modelo de inserção que pensa no ambiente e nas pessoas

Testado em mais de 20 projetos de áreas e segmentos diferentes o Exitus Project Panel (EPPD) é o resultado da terceira fase de evolução da Metodologia Exitus 3ª fase, denominada MEXP3. Essa metodologia tem uma estrutura de pensamento que vai além dos processos e áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos, utiliza ferramentas e técnica consolidadas, porém, determina qual será aplicada de acordo com a complexidade do projeto e principalmente do ambiente onde está inserido o projeto, observando competências técnicas e comportamentais dos envolvidos, especialmente a equipe de planejamento do projeto.

Neste modelo a primeira demanda, como diretriz,  trata de entender que o projeto não está em um vácuo e sim estará sempre ligado a algum tipo de organização, como por exemplo, uma ONG,  uma comunidade,  uma organização de fins lucrativos e até mesmo em ambientes sociais e familiares, enfim, os projetos estão sempre em algum ambiente.

Esta observação que prima pelo respeito à organização e envolvidos no projeto, observando a gestão da mudança, com  a adaptação de um modelo tradicional com inserções de práticas ágeis,  a ponto de se transformar em um modelo híbrido.

Os modelos tradicionais de Gerenciamento de Projetos, utilizando painéis ou processos, normalmente não tem um espaço ou orientação para uma análise do ambiente do projeto.

Cito como exemplo o Project Model Canvas, que por sua natureza está atrelado a organizações que tem uma maturidade em Gerenciamento de Projetos, pois durante a construção do modelo, não existe uma entrada clara para a análise do ambiente do projeto ou até mesmo expectativas do patrocinador,  que pode ir além das entregas do projeto.  Outro aspecto é que esse modelo também não insere o patrocinador como um protagonista durante elaboração do trabalho.

Como comentado anteriormente o Exitus Project Panel Disruptivo, tem uma diretriz antes da iniciação do projeto, que trata de entender o ambiente do projeto, conforme demonstrado na figura 1, a seguir:

Figura 1 – Diretrizes antes da iniciação do Projeto

Após essa análise prioritária o modelo EPPD, que prima por uma visão holística além dos limites dos projetos, analisa oito tópicos que não seguem uma ordem estabelecida, mas que no final a estrutura é revisada e concluída conforme ilustrado na figura 2:

Figura 2 – Diretrizes antes da iniciação do Projeto

Com essa estrutura de pensamento construída, todos os oito tópicos são revisados e melhorados possibilitando entregas, que vão ao encontro das entregas do projeto em conjunto com as soluções para o ambiente do projeto, descritos na figura 3.

Figura 3 – Entregas do projeto e soluções para o ambiente

A MEXP3 com a proposta do Exitus Project Panel Disruptivo é um modelo testado com a aplicação prática aprimorada com as lições aprendidas que apresenta uma estrutura com soluções adequadas as realidades das organizações.

Não é uma metodologia e sim uma estrutura de pensamento que trabalha com pessoas, processos e ambiente da organização e do negócio onde ela está inserida.

Exitus Project Panel Disruptivo (EPPD)

Publicado em: 21/02/20