Erramos e Agora?

Ouço considerações que vão aos dois extremos de qualquer análise de erros.

A primeira e mais comum é fazer de conta que passou e não foi nada e vamos seguir em frente.

Essa é uma posição muito cômoda que vai contra qualquer boa prática ou metodologia de Gerenciamento de Projetos, sejam elas tradicionais ou mais recentes. Uma prova disso são as retrospectivas da Sprint, que nada mais é do que uma etapa para revisar, aprender e não errar na próxima.

Se pensar em modelos preditivos como a sexta edição do PMBOK, já está careca de orientar sobre os ativos de Processos organizacionais, que nada mais é do que outro nome para lições aprendidas e Gestão do conhecimento do projeto.

Isso está muito explicito na sétima edição do PMBOK como um artefato que vai ao encontro dos domínios de performance.

Leandro Vignochi
PMP, PRINCE2, PSMI

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Publicado em: 15/01/22